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Plano de governo de Bolsonaro prevê reduzir ministérios e cortar cargos de confiança

Publicada em 11/06/18 as 07:16h por Rádio Interativa Sul Web - 41 visualizações


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 (Foto: Reprodução)

Jair Bolsonaro, pré-candidato do PSL à Presidência, se for eleito em outubro deste ano, vai cortar pela metade o número de ministérios e defenderá uma diminuição do Estado. A declaração é do principal coordenador da campanha de Bolsonaro, o deputado gaúcho Onyx Lorenzoni (DEM), que ao lado do economista Paulo Guedes, elabora um plano de governo para o presidenciável do PSL.

Serão 15 ministérios, revela Onyx

Onyx conversou com Bolsonaro sobre o tema, á há um esboço do programa de governo, pelo qual será tomada a decisão de reduzir dos atuais 29 para 15 os ministérios na Esplanada, e promover um corte "muito intenso" de CCs (cargos de confiança).  Onyx prefere não informar quais pastas seriam cortadas no novo organograma, se Bolsonaro for eleito.

PROS anuncia apoio a Heinze

Presidente estadual o PROS, o advogado e vereador Wambert Di Lorenzo confirmou a esta coluna, que o partido deverá fechar uma aliança para a disputa da Câmara dos Deputados, com o PSL de Jair Bolsonaro, e o DEM, de Onyx Lorenzoni. Para a Assembleia Legislativa, os três partidos lançarão listas separadas. Para o governo do Estado, o PROS vai apoiar a candidatura do deputado federal Luiz Carlos Heinze, do PP.

Bolsonaro busca base anti-impeachment

Estrategista, Jair Bolsonaro avalia que inconformados com sua vitória, grupos conservadores de esquerda poderão "inventar um impeachment". Por esta razão, aposta em uma base forte no Senado. Investe com força em três candidaturas ao Senado. Do deputado estadual Flávio Bolsonaro (RJ), seu filho, e dos deputados federais Major Olímpio (SP) e Delegado Francischini (PR) e em outros Estados. Bolsonaro não quer repetir a falta de base congressual, causa do trauma causado a Fernando Collor e Dilma Rousseff.

Governo no cheque especial

Ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga avalia que após a greve dos caminhoneiros e a crise dela decorrente, "caiu a ficha" no mercado, sobre a enorme dificuldade fiscal do País. Se não está quebrado, o governo vive no cheque especial, e a bola de neve da dívida só faz aumentar.

A reunião Trump e Kim

O presidente dos EUA, Donald Trump e o ditador da Coreia do Norte Kim Jong-un, estarão frente a frente às 9hs desta terça-feira, em Cingapura (22h desta segunda-feira, horário de Brasília), para uma negociação que não tem data para acabar. O cenário será o resort de luxo Capella, na Ilha Sentosa, em Cingapura. Ao promover esse tipo de encontro, o presidente Trump legitima e dá holofotes a um ditador sanguinário, repetindo o gesto equivocado de seu antecessor, Barak Obama com a ditadura de Cuba.

 

Recuo na disputa jurídica pelas estatais

 

O governador José Ivo Sartori, com base em um parecer da Procuradoria Geral do Esado, decidiu recuar da idéia de judicializar a proposta de privatização das estatais gaúchas CEE, CRM e Sulgás. Deverá guardar estes argumentos para campanha eleitoral, apontando as contradições de seus adversários,alguns deles, aliados do seu governo até a última hora.






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